quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

O pulso afasta os ponto se deixa respirar cicatrizes sempre abertas.Mantidas abaixo do desprezo ao acaso e desculpas semi aceitas...
E eu estive (de quando o sol não nasceu pra mim)deixando a chuva escorrer (de quando o sol não nasceu pra mim)pelas feridas (de quando o sol não nasceu pra mim) ,(pra jamais esquecer )E assim que fomos um,teus olhos diziam:"dorme, que por ti eu zelo"...
Me diz o que fazer agora que ardes qual escárnio de sonhos sem crença(e não mais olhar por mim...)
E eu não penso (e não mais olhar por mim...)em te dizer adeus (e não mais olhar por mim...)mas não consigo (e não mais olhar por mim...)ficar aqui...
correndo entre gigantes morto sem castelos no céu.correndo entre gigantes morto sem castelos no céu.
Os moinhos não mais dançam teus beijos e eu me sinto tão alheio a teus erros...
Me diz onde estava você, quando olhei pra trás.E as nuvens de pragas devoravam a minha sombra?Me diz como podes esperar refugo em meu lar se os cortes em meu rosto ainda sangram com teu gosto?
correndo entre gigantes morto sem castelos no céu.correndo entre gigantes morto sem castelos no céu.
correndo entre gigantes mortos sem castelos no céu.

Dance of days-Pregos,cruzes e um saco de moedas



desculpas semi aceitas..

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